quarta-feira, 11 de março de 2026

ARTE ABSTRATA 2

ARTE ABSTRATA
9º ANO

PRÁTICA 3

Desconstruindo o Real (Abstração Geométrica)

Focada na organização, razão e precisão, esta atividade ensina a reduzir o mundo a formas essenciais.

Objetivo 
Praticar a simplificação da imagem até que ela perca sua identidade figurativa.

Ação prática
Peça que escolham um objeto cotidiano ou uma paisagem. 
Em quatro etapas, eles devem redesenhá-lo: 
1. Realista; (1 desenho)
2. Simplificado; (1 desenho)
3. Apenas contornos geométricos; (1 desenho)
4. Composição final usando apenas linhas retas, círculos e cores primárias. 
(1 desenho)

Referências visuais

Piet Mondrian
Piet Mondrian (1872-1944) foi um artista holandês e um dos pioneiro da arte abstrata. Ele estava intimamente associado ao movimento "De Stijl", um movimento artístico e de design holandês fundado em princípios de simplicidade e harmonia. Seu estilo característico, caracterizado por uma grade de linhas verticais e horizontais e blocos de cores primárias, tornou-se a marca registrada do movimento. Desenvolveu suas famosas "Composições" usando grades pretas e cores primárias, totalmente abstratas.

O movimento De Stijl (em holandês, "O Estilo") foi um movimento artístico e de vanguarda holandesa fundado em 1917 por Piet Mondrian e Theo van Doesburg. Baseado no Neoplasticismo, que buscava a harmonia universal através de formas geométricas rigorosas (linhas verticais e horizontais), uso de cores primárias (vermelho, azul, amarelo) e neutras, preto, branco ou cinza. Buscando a harmonia universal e o equilíbrio visual. Influenciou profundamente a arte moderna, a arquitetura e o design de mobiliário (purismo e funcionalidade).

A De Stijl e o design modernista


Mondrian da natureza para a abstração pura

A trajetória de Piet Mondrian é um dos exemplos mais claros de uma transição gradual e lógica da observação da natureza para a abstração pura. Aqui está como esse processo aconteceu:

1. O Ponto de Partida: Paisagens Holandesas 
Mondrian começou como um pintor naturalista, retratando moinhos, rios e campos.
Ele já demonstrava interesse pela estrutura das coisas, não apenas pela aparência. 

2. A Estilização da Árvore
A série de quadros de árvores (entre 1908 e 1912) é o marco dessa mudança.
Ele começou com uma árvore realista, depois simplificou seus galhos em linhas e, por fim, transformou tudo em uma trama de traços horizontais e verticais. 

3. A Busca pela Essência (Teosofia)
Influenciado por ideias espirituais, ele acreditava que a natureza "esconde" uma harmonia universal.
Para ele, as formas naturais (curvas e irregulares) eram "distrações" que impediam de ver a verdade absoluta. 

4. A Abstração Geométrica (Neoplasticismo)
Ao chegar no seu estilo mais famoso, ele reduziu o mundo a dois elementos fundamentais: direção (linhas retas) e cor (primárias).
O ângulo reto (o encontro da vertical com a horizontal) era, para ele, a representação máxima do equilíbrio do universo.
Resumindo, Mondrian não "inventou" formas do nada. Ele as extraiu da natureza, filtrando o que era supérfluo até sobrar apenas a estrutura geométrica que ele considerava espiritual e eterna.

Piet Mondrian. Granja. Óleo sobre tela. 42X53cm. 1901.

Piet Mondrian, Willow Grove: impressão de luz e sombra, 1905. Óleo sobre tela. Museu de Arte de Dallas, Dallas, Texas, EUA.

Piet Mondrian. Paysage à travers les arbres au bord du Gein, (1902) 
Óleo sobre tela, 53.5 x 63 cm Collection Gemeentemuseum; La Haye.


Piet Mondrian - Noite; Árvore Vermelha, 1908–1910. 
Óleo sobre tela, 70 × 99 cm, Kunstmuseum Den Haag, Haia.

Piet Mondrian - Gray Tree, 1911. Óleo sobre tela. 
Kunstmuseum Den Haag, Haia.

Piet Mondrian. Blossoming apple tree (macieira em flor). 1912.
Em Macieira em Flor, Piet Mondrian avança em direção ao cubismo e à abstração, distanciando-se da representação realista. Ele prioriza as linhas sobre a cor, utilizando apenas tons sutis de verde, ocre e cinza para sugerir a forma da árvore.
Embora elimine detalhes descritivos para focar no que considera essencial, a obra mantém o lirismo e a suavidade da natureza. O resultado é uma transição marcante onde a impressão natural é adaptada à busca do artista pela abstração pura.


Piet Mondrian - Composição nº 10, 1939–1942. 
Óleo sobre tela. Coleção privada.



Piet Mondrian - Nova York, 1942. Óleo sobre tela. 119,3 x 114,2 cm. 
Museu Nacional de Arte Moderna, Paris.


Piet Mondrian - Broadway Boogie Woogie, 1942-43. 
Óleo sobre tela. 127 × 127 cm. Museu de Arte Moderna, Nova York.

Piet Mondrian, "Azul, vermelho e amarelo"; 1932. Óleo sobre tela.










Kazimir Severinovich Malevich
Pioneiro do Suprematismo, focado na "pureza" da forma geométrica.

Kazimir Severinovich Malevich (Kiev, 1879 – 1935) foi um artista e teórico da vanguarda russa. Seu trabalho pioneiro teve uma profunda influência na arte abstrata no século XX, perdurando ainda hoje na produção de artistas contemporâneos.

Kazimir Malevich não chegou ao abstracionismo por acaso; foi uma jornada de simplificação radical. Ele queria libertar a arte do "peso" do mundo real para focar no sentimento puro. Aqui está um resumo do caminho que ele percorreu:

1. A Transição (Cubofuturismo)
Antes da abstração total, Malevich misturou a fragmentação do Cubismo com a energia do Futurismo. Ele começou a decompor objetos e figuras humanas em formas cilíndricas e metálicas, mas elas ainda eram reconhecíveis.

2. O Rompimento com a Natureza
Ele percebeu que, enquanto a arte tentasse copiar a realidade (objetos, pessoas, paisagens), ela seria apenas uma "escrava". Para ele, a arte deveria ser um fim em si mesma, sem depender de referências externas.

3. A Chegada ao Suprematismo (1915)
O ápice ocorreu na exposição "0,10" em Petrogrado, onde ele apresentou o famoso Quadrado Preto sobre Fundo Branco.
A Ideia: Ele chamou isso de "a face da arte nua".
O Termo: "Suprematismo" refere-se à supremacia do sentimento puro sobre a representação visual.
A Estética: Uso exclusivo de formas geométricas básicas (quadrados, círculos, linhas) e cores limitadas.

4. O Vazio Criativo
Ao pintar um quadrado preto, Malevich não estava pintando um "nada", mas sim um "tudo". Ele acreditava ter alcançado o ponto zero da pintura, onde a cor e a forma não servem a ninguém a não ser à própria sensibilidade do artista.




Kazimir Malevich. Suprematist Composition: Airplane Flying, 1915.






Kazimir Malevich. Suprematist Composition No. 56, 1916.
(Fonte: Louise, 2022)

Kazimir Malevich. Suprematismo No. 55, 1916-17.
(Fonte: Louise, 2022)

Kazimir Malevich. Quadrado preto e vermelho, 1915. 
(Fonte: Louise, 2022)

Kazimir Malevich.  Quadrado negro, 1915.(Fonte: Louise, 2022)



SUPREMATISMO

O Suprematismo foi um movimento de vanguarda russa, iniciado por Kazimir Malevich por volta de 1913-1915, focado na abstração radical e na simplificação máxima das formas.

As principais características do Suprematismo incluem:
Abstração Geométrica Radical: Foco exclusivo em formas geométricas simples, como o quadrado, o círculo, o retângulo e a cruz, desprovidas de qualquer representação figurativa da realidade.

A "Supremacia" do Sentimento Puro: O objetivo era expressar a sensação pura através da arte, libertando-a do propósito utilitário ou da representação do mundo material.

Limitação de Cores: Uso de uma paleta restrita, muitas vezes utilizando cores primárias (vermelho, amarelo, azul) além de preto e branco, para focar na forma.
Fundos Neutros (Branco ou Preto): As formas parecem "flutuar" em um espaço branco ou preto, sugerindo um vazio infinito ou espaço cósmico.

Composição Dinâmica: Embora simples, as formas são organizadas de maneira a criar uma sensação de movimento, peso e tensão.

Rompimento com a Tradição: Rejeição total da arte clássica, acadêmica e figurativa.

O Quadrado Preto: A obra "Quadrado Preto" (1915) de Malevich é considerada o ícone do movimento, simbolizando o ponto zero da pintura.

Este movimento artístico influenciou o desenvolvimento do construtivismo e outras correntes abstratas do século XX.





PRÁTICA 4
Releitura abstrata – Do olhar à criação

1. O Conceito 
Definição rápida: Releitura não é cópia; é interpretar uma obra sob sua própria perspectiva, mantendo um elo com o original.

Abstração
Explicar que a arte abstrata foca em formas, cores e texturas em vez de objetos reais.

O "Porquê"
Estimular a liberdade criativa e a interpretação emocional.

2. Referências para Inspiração 
Apresente (ou projete) estas três abordagens diferentes:

Wassily Kandinsky
O uso de formas geométricas e a relação com a música (ritmo visual).

Jackson Pollock
O expressionismo abstrato e o movimento (técnica do gotejamento).

Tomie Ohtake ou Manabu Mabe
A abstração brasileira com foco em curvas, cores vibrantes, harmonia e equilíbrio.

3. Atividade Prática 
Minha Versão do Invisível (25-30min)

O Desafio
Escolher uma obra de um dos artistas acima e criar uma releitura baseada em um dos seguintes métodos:Mudança de Suporte: Se a obra original é pintura, tente fazer a releitura com colagem de revistas.

Tradução Emocional
Se a obra original parece "agitada", tente refazê-la com cores "calmas".

Fragmentação
Escolha apenas um detalhe da obra original e amplie-o para ocupar todo o novo papel.

Materiais Sugeridos
Papel A4 ou A3 (gramatura maior se usar tinta).
Lápis de cor, giz de cera ou guache.
Tesoura e cola para quem optar por colagem.

4. Encerramento e Reflexão 
Galeria Rápida 
Os alunos estendem os trabalhos na mesa da frente.

Pergunta-chave 
"Qual elemento da obra original você decidiu manter e por que ele foi importante para você?"


Dica de Ouro para o 9º Ano
Nessa idade, os artistas costumam ser autocríticos. Reforce que na arte abstrata não existe erro, apenas escolhas estéticas. 
Se o traço saiu "torto", pergunte a eles como essa nova linha muda a sensação da imagem.



Fonte


https://www.artmajeur.com/pt/magazine/5-historia-da-arte/piet-mondrian/333178

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

DESENHO E LINGUAGEM VISUAL

DESENHO
Turmas: 601 -602 - 603

A LINGUAGEM DA ARTE
PONTO
LINHA
TEXTURA
COR
DESENHO

desenho é a arte e a técnica de representar formas, ideias e emoções por meio de traços, linhas, pontos, sombreamento (luz e sombra) e ilusão de volume, geralmente sobre uma superfície bidimensional (2D), utilizando-se grafite, carvão, lápis sangüínea, pastel oleoso ou seco, nanquim, tinha e pincel. 

O Desenho como "Disegno" (Projeto e Intenção)

O conceito mais fundamental vem do termo italiano "disegno"|disenho|, que une duas ideias em uma só palavra: o traço físico (o sinal gráfico) e o propósito intelectual (o plano ou projeto).

A Gênese do Pensamento: o desenho é considerado a "mãe de todas as artes" porque é onde a ideia abstrata começa a ganhar corpo.

A Escrita do Olhar: diferente da pintura, que lida com a massa e a cor, o desenho foca na estrutura e no limite das coisas.

Abstração da Realidade: ao desenhar, você não copia o mundo, mas seleciona o que é essencial através da linha.

Registro do Gesto: filosoficamente, o desenho é o rastro deixado pelo corpo no espaço, revelando a pulsação e a dúvida do artista.

Resumindo: o desenho é o elo entre o invisível (ideia) e o visível (forma).



Alberto Giacometti. Maçãs. Desenho, 1949.


Elementos da linguagem visual 

Os elementos da linguagem visual são os componentes fundamentais para construir imagens e comunicar mensagens, sendo os principais: ponto, linha, forma, cor, textura, espaço e luz/volume
Esses Elementos da linguagem visual (desenho, gravura, pintura, escultura, arquitetura....) funcionam como o "alfabeto" da arte visual, organizando o olhar do espectador e criando sensações de harmonia, contraste, movimento e profundidade.

Por isso dezemos que na arte não existe certo ou errado, mas sim maneiras mais claras ou menos claras de passar uma informação (sentimento) usando os elementos da linguagem visual.

Ponto
Representação de forma, sua distribuição cria a ilusão de luz e sombra e volume e por isso a forma. 

Linha
Sua distribuição também é usada para representação de forma 

Forma
A forma é sugerida pela disposição de pontos e linhas no plano.
A partir do ponto, linha e forma podemos criar imagens. 

Cor e tom
Cor e tom apresentam diferenças, visto que o primeiro conceito diz respeito ao matiz, ou seja, sua distinção em comparação às demais cores a partir da presença e mistura de outras cores em sua composição, já o tom da cor é relativo à intensidade, azul-claro ou escuro, por exemplo.

Diferença entre cor e tom
Assim, o matiz, uma das propriedades das cores, sendo as outras a saturação e a luminosidade, torna uma cor única, visto que é possível para a maioria das pessoas distinguir o verde do roxo, no entanto, os tons tornam as cores pastéis ou mais densas, dependendo da quantidade de luz ou falta dela.

A diferença entre cor e tom é, assim, o conceito, a definição, visto que enquanto as cores são únicas, sejam elas primárias, secundárias ou terciárias, os tons podem ser diversos para diferenciar essas cores.

A cor atua tanto como um processo criativo/preliminar (esboço) quanto como uma obra finalizada, sendo essencial na comunicação de ideias e conceitos (propaganda e literatura científica: ilustração e gráficos), comunicação visual, arte, engenharia e arquitetura.

Forma
Linhas fechadas ou áreas de cor que separam um espaço. Podem ser geométricas (quadrado, círculo, cilindrico) ou orgânicas (formas da natureza).

Espaço 
A área onde o trabalho visual é composto, incluindo o espaço positivo (forma) e negativo (fundo).

Volume 

Principais conceitos e elementos do volume
O volume nas artes visuais refere-se à tridimensionalidade da forma, ocupando espaço real ou sugerido através de altura, largura e profundidade. 
Elementos-chave incluem a luz/sombra (modelado), planos, linhas diagonais e a relação entre cheios e vazios, criando ilusão de relevo em superfícies 2D ou estrutura física na escultura.

Luz e sombra 
A luz e a sombra nos dão a ilusão do volume e sombra são elementos fundamentais nas artes visuais (desenho hiperrealista), utilizados para criar volume, profundidade, realismo e atmosfera em superfícies bidimensionais. A luz destaca e define formas, enquanto a sombra confere tridimensionalidade e drama (técnica do chiaroscuro), transformando desenhos planos em imagens com volume e textura.

Vamos usar como exemplo uma esfera opaca ou um fruto esférico liso
A luz e a sombra em uma esfera opaca criam volume através de um degradê suave (esfumado) que vai do brilho intenso à sombra total. Os elementos chave são: ponto de luz, meio-tom, sombra própria, luz refletida e a sombra projetada. A sombra projetada no chão é mais escura próximo à esfera.

A luz e a sombra num fruto de tomate e a ilusão de volume.

Luz (Foco de Luz)
Define a fonte de iluminação e a direção da cena. A parte do objeto voltada para a luz fica mais clara.

Sombra Própria
Região escura no próprio objeto, oposta à fonte de luz, que define sua forma e volume. É a sobra que o objeto produz em si mesmo. 

Sombra Projetada
A sombra que o objeto lança sobre outra superfície (chão ou parede), criando a sensação de espaço e ancoragem.

Luz Refletida
Luz que bate na superfície e volta para a área de sombra do objeto, dando maior realismo.

Técnicas de Aplicação
Esfumado (lápis/carvão), hachuras (linhas cruzadas) e pontilhismo são técnicas para criar graduações de luz e sombra.

Materiais
Lápis de grafite de diferentes durezas (HB a 9B) são usados para criar contrastes e tons de cinza.


Textura

Textura é a qualidade da superfície de uma obra, referindo-se ao aspecto tátil (sensação de toque) ou visual (ilusão de toque) de materiais como tinta, pedra, papel ou tecidos. Ela adiciona tridimensionalidade, realismo, emoção e profundidade, sendo classificada em real (sentida) ou visual (apenas vista).

A textura física, encontradas nos objetos físicos e na natureza em geral, diferencia-se da textura visual por possuir uma qualidade física que pode ser sentida (pelo tato) ao tocarmos uma superfície. A percepção de texturas físicas (liso, áspero, macio, duro, rugoso) ocorre através de receptores táteis especializados localizados na pele (especialmente nas mãos), que é o maior órgão do corpo humano e o principal responsável por “sentir” (perceber) essas propriedades na natureza. 
Somestesia (σώμα, soma + αισθησία, esthesia) é a capacidade sensorial que todos temos de receber informações do próprio corpo (interno) e do ambiente (externo) através de receptores distribuídos pela pele, músculos e articulações. Compreende sensações como tato, dor, temperatura, e pressão (sensações somáticas), sendo essencial para a consciência corporal.

O uso específico da textura visual pode impactar a percepção de suavidade ou aspereza transmitida por uma obra de arte

Por exemplo, superfícies ásperas podem criar um efeito visualmente ativo, enquanto superfícies lisas podem evocar uma sensação visual de tranquilidade. Ambos os tipos de textura podem ser empregados para imbuir um design com um senso de personalidade ou utilizados para criar ênfase, ritmo, contraste e outros efeitos artísticos (WP).

A luz desempenha um papel crucial na percepção da textura física, pois pode influenciar significativamente a forma como uma superfície é vista
Uma iluminação forte em uma superfície lisa pode obscurecer a legibilidade de uma imagem (desenho, pintura, aquarela ou fotografia), enquanto pode criar contrastes acentuados em uma superfície altamente texturizada, como pedras de rio ou areia.

Textura visual ou textura implícita é a ilusão que podemos passar atraves do desenho e da pintura na qual um objeto ou superfície possua uma textura física. Cada material e cada superfície de suporte tem sua própria textura visual e precisa ser levada em consideração antes de criar uma composição. Assim, materiais como tela e papel aquarela são consideravelmente mais ásperos do que, por exemplo, papel fotográfico de computador, e podem não ser os mais adequados para criar uma textura plana e lisa. Fotografia, desenhos e pinturas utilizam a textura visual tanto para retratar temas de forma realista quanto para permitir interpretação. 
A textura nessas mídias é geralmente criada pela repetição de formas e linhas e traços (curvos e retos).






EXEMPLOS DE USO DE TEXTURAS












(1)


























II
























































Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)
Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920) foi um artista sueco que alcançou grande sucesso internacional como pintor, escultor e gravador. Sua prática artística é principalmente reconhecida pela utilização de uma paleta restrita, composta por branco de chumbo, amarelo-ocre, vermelhão e preto de marfim. Apesar da limitação cromática, esse conjunto possibilita uma vasta amplitude de misturas e gradações tonais, fator que representa um avanço significativo na técnica do retrato. Além disso, a versatilidade dessa paleta foi estendida aos gêneros de natureza-morta e paisagem. (WP)

Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)

Desenhos de Anders Zorn

Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)


Anders Leonard Zorn (18/2/1860 – 22/8/1920)




EXERCÍCIOS FEITO POR ALUNOS




















DESENHO AO AR LIVRE

Estudo da linha de contorno e preenchimento,
cor,
volume,
textura

























EXERCÍCIO DO DESENHO











Linguagem da arte








Fonte











ARTE ABSTRATA 2

ARTE ABSTRATA 9º ANO PRÁTICA 3 Desconstruindo o Real (Abstração Geométrica) Focada na organização, razão e precisão, esta atividade ensina a...